Agências crescem 8,6% globalmente graças à mídia digital

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Amigos.
A cada dia que pass fico mais feliz com o que venho lendo na web.
Nas diversas newsletter que leio e no meu FeedsRSS (algo que graças a minha amiga Viviane Bittar estou viciado) venho lendo sobre o crescimento avassalador da web. Ontem mesmo, no site Adnews havia um artigo sobre a projeção da web frente a TV. Não há dúvidas que em breve a mídia digital (digital, porque incluo aqui além da Internet, o celular, games, redes sociais…) vai ultrapassar – em investimentos – mídias tradicionais como rádio, jornal, revistas e outdoor. A TV eu acho que vai passar também, mas vejo como algo muito mais para frente.

Assim, fiquei mais feliz com o relatório do Agency Report de 2008, que demonstrou os negócios online como FUNDAMENTAIS para o aumento no faturamento das agências, com crescimento em torno de 8,6% em relação a 2006. Pensando que no Brasil o investimento em web representa apenas 2% do bolo publicitário, é um aumento significativo.

Segue o relatório na íntegra para pesquisas:

A despeito do mercado morno, as receitas das agências – de propaganda, serviços de marketing e especializadas em mídia – subiram 8,6% em 2007 em relação ao ano anterior. E esse desempenho deve-se à área digital. Enquanto não é mais supresa que a receita das agências interativas embalaram no ano passado (mais de 26,8% nos EUA), está claro que o mundo digital tornou-se um meio de sobrevivência para as demais agências. Na realidade, no mercado norte-americano, as agências de publicidade tiveram 10,2% de sua receita proveniente da mídia online, em 2007.
Em alguns casos, este número foi maior. Na Goodby, Silverstein & Partners – A Agência do Ano de 2008 pelo Ad Age – os serviços digitais geraram no ano pasado 52% de sua receita. A agência de São Francisco trabalha para clientes digitalmente conectados como a Hewlett-Packard Co.
Mais de 860 agêcias de todo o mundo participaram do Agency Report 2008. 60% delas viram florescer a receita vinda da área digital. Foi esta área que ajudou o sólido crescimento das grandes agências especializadas em mídia. Caso da Aegis Group (que detém a Carat e a Isobar), que subiu uma posição da 7º para a 6º, ultrapassando o grupo francês Havas.
As cinco primeiras colocações do ranking com as 50 maiores agências (e grupos) do mundo ficaram inalteradas em relação a 2006: Omnicom, WPP, Interpublic, Publicis e Dentsu.
O Grupo ABC, único nacional na lista, aparece na 21º colocação com receita de US$228 milhões e crescimento de 42%.
Entre os movimentos novos do mundo digital contemplados pelo Agency Report 2008 estão a Digitas no topo da lista das agências interativas norte-amercianas. O Publicis Group comprou a agência interativa no ano passado para tornar-se sua bandeira digital em termos mundiais. A Avenue A/Razorfish, adquirida no anos passado pela Microsoft, aperece em segundo lugar. A IBM Interactive, a nova marca da operação digital da IBM é a novidade do ranking. Confira aqui o ranking das agências digitais dos EUA.

Abraços
Felipe Morais

Felipe Morais
Felipe Morais
Publicitário, apaixonado por planejamento digital. Começou a carreira, em 2001, atuando como redator publicitário, passando, em 2003 para a área de planejamento digital, onde atua até hoje, sendo reconhecido como um dos grandes nomes do mercado no Brasil.

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