Crise? Anuncie na web…

marca-dagua
DM9 impulsiona a web no país
6 de janeiro de 2009
marca-dagua
Se atualizar com as notícias? Vá para a web…
8 de janeiro de 2009
marca-dagua
Amigos

O último bimestre de 2008 foi um tanto quanto devastador para o mundo. A crise mundial que pegou os EUA e se alastrou pelo resto do planeta foi devastadora.
Milhares de pessoas perderam seus empregos, empresas e pequenos comércios fecharam as portas. O reflexo foi até mesmo na padaria da esquina, que começou a produzir menos pães porque não havia demana.

Meu primo tem um restaurante de comida por kilo – muito bom por sinal – na Vila Mariana, chamado Phoenix (Fica na Domingos de Morais, ao lado da concessionária da Ford, próximo a estação Vila Mariana do Metrô). Conversando com ele no Natal, ele me disse que sentiu uma queda de 20% a 25% no movimento, causado por demissões nas lojas e empresas próximas ao seu restaurante.
Efeito crise.
Até mesmo a Ford, que fica ao lado do seu restaurante, fechou um departamento inteiro – de peças e auto-peças – e claro demitiu todo mundo.

Essas demissões são reflexos da crise, pois um dos setores mais afetados foi o automobilístico. Onde poderíamos imaginar que a General Motors está perto da falência?
A maior montadora de automóveis do mundo, falindo????
Queda de 31% nas suas vendas apenas no mês de dezembro??
O Corsa, um de seus carros, é o carro mais vendido no planeta! Isso sem falar que a gigante é detentora de diversas marcas como a Chevrolet, Opel, Hummer, Cadillac, GMC, Buick, Pontiac, entre outras. Sim, a GM está perto de falir, caso o governo de Barack Obama não os ajude.

Mesmo ontem em reportagem do Jornal da Globo, mostrando que mesmo com os meses de outubro e novembro sendo fracos, 2008 foi o melhor ano em vendas de automóveis zero km no Brasil, vendeu nada menos do que 4,7 milhões de carros!! Só como comparação, em 2005 foram vendidos 2,7 milhões de automóveis. Dezembro ocorreu uma melhora pelo incentivo do governo na redução do IPI. Nem assim, o setor está confiante. A Renault suspendeu 1.000 contratos de trabalho e a GM de São José do Campos deu férias coletivas para parte de seus funcionários.

Há alguns anos, em tempos de crise como essa, os grandes anunciantes – que normalmente são gerenciados por administradores, economistas, engenheiros que não tem a menor noção da importância da comunicação – tinham o seguinte pensamento: Crise? Corta a propaganda…

Será que essa é a melhor opção?
Dificil… sem propaganda, ou você é uma Coca-Cola que tem uma marca extremamente consolidada ou você vai perder mais dinheiro ainda. Até mesmo a Coca-cola precisa investir em propaganda. E investe alto, em torno de 1 bilhão de reais por ano!!!
Crises abrem portas para oportunidades. Se a Chevrolet – por exemplo – decidir reduzir ou até mesmo não fazer mais nenhuma campanha, pode ter certeza que a Ford, Volks ou a Fiat farão. Conclusão? Menos Corsas, Celtas, Vectras serão vendidos e mais EcoSports, Fiestas, Fusions, Polos, Jettas, Puntos, Palios, Lineas serão comprados.

As vendas de produtos de alto valor agregado caem, porque MENOS pessoas compram, mas ainda sim há pessoas que consomem. E muitas pessoas!!!

Entretanto, nos dias de hoje há uma forma de fazer uma mídia barata (se comparada a TV ou Revista) que impacte mais de 40 milhões de pessoas, que possa ser 100% mensurada – assim o gestor sabe quanto exatamente gastou X lucrou – e com franco crescimento no Brasil. Aliás, recentemente uma pesquisa mostrou que as informações são mais buscadas aqui do que em jornais. Chama-se: Internet!

Segundo a AdAge, nos EUA, as montadoras vão investir muito mais em Internet do que em mídias convencionais: Ao contrário de 2007, quando investiram em excesso na televisão, as empresas pretendem reduzir custos com jornais, revistas e TV. Além disso, o setor tem anunciado redução nas verbas de marketing.

Segmentar a mensagem. Falar com quem está realmente interessado no produto. Medir esses impactos. Saber quantas pessoas atingiu X quantas compraram. Tá bom ou quer mais?

Concordo que em tempos de crise, não se pode jogar dinheiro fora, como também concordo que a penetração da web no Brasil ainda é pequena, afinal, em um universo de 190 milhões de pessoas, apenas 40 milhões tem acesso, mas defendo que as empresas deveriam olhar com outros olhos para a web… talvez deixar de fazer 2 comerciais na TV e fazer 3 meses de campanha na web, porque não?

“Quer participar da festa de lançamento do meu livro: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIGITAL, em Fevereiro? Faça como muitas pessoas, mande um e-mail para felipemorais2309@gmail.com e se cadastre. Enviarei um convite com maior prazer”

Abraços
Felipe Morais

Felipe Morais
Felipe Morais
Publicitário, apaixonado por planejamento digital. Começou a carreira, em 2001, atuando como redator publicitário, passando, em 2003 para a área de planejamento digital, onde atua até hoje, sendo reconhecido como um dos grandes nomes do mercado no Brasil.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *