Human to Human

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Human to Human

Human to Human. Isso é mais Transformação Digital do que você pensa. Leia aqui e entenda mais sobre esse brilhante conceito.

Em 2018, olhando alguns posts em meu Instagram, eu me deparei com o post do André Damasceno, consultor de marketing digital. Damasceno apresentou em um post de Instagram esse conceito como sendo uma nova tendência de marketing: Human to Human.

Rapidamente, eu fui pesquisar um pouco mais. E de fato, é uma tendência, daquelas dominantes, ou seja, que vieram para ficar, na verdade, que vieram para modificar o jeito de fazer negócios. E pode apostar, será um pilar importante na sua estratégia de Transformação Digital.

Tenho lido muito sobre Transformação Digital, afinal, depois de ter escrito o livro eu me aprofundei muito e tenho trazido esse conceito para dentro dos meus clientes em diversos segmentos, como farmácia, distribuidores de tecnologia, moda, bancos, shopping entre outros segmentos em que atuo.

Sigo a linha de muitas pessoas, a transformação é muito mais humana do que tecnológica. A transformação potencializará as estratégias que os humanos vão pensar, vendendo sempre para humanos. O Human to Human é um pilar da Transformação Digital. Fato!

Human to Human

Cria conexões entre pessoas. O conceito é esse. Dentro do, que eu chamo de guarda-chuva da Transformação Digital, plataforma é uma estratégia de suma importância, pois é o que une quem quer produzir versos quem quer comprar. Mercado Livre, por exemplo, é um grande exemplo de plataforma. E ainda uso esse exemplo para seguir o conceito do Human to Human, pois por mais que muitas empresas tenham o Mercado Livre como mais um canal digital de vendas, lá é um espaço onde pessoas interagem com pessoas, pessoas se engajam com pessoas, pessoas são importantes para pessoas. Pessoas vendem para pessoas.

Simon Sinek diz que “empresas são pessoas vendendo para pessoas, logo, se uma empresa não entende de pessoas, ela não entende de negócios”. Nada mais certo. Como profissional de planejamento de comunicação, eu tenho 3 pilares para trabalhar: pessoas, marca, inovação. E não coloco pessoas à toa em primeiro, é porque esse é o mais importante dos passos.

Humanize a sua marca

Por exemplo, você já humanizou o seu atendimento? Não estou dizendo de colocar uma ferramenta de inteligência artificial para responder 10% das dúvidas dos consumidores, ou criar um personagem para conversar com as pessoas no Twitter estilo Magalu o faz. Isso é importante, mas não é humanizar no seu contexto geral. Humanizar é entender o ser humano e falar com ele nesse mesmo tom. Não adianta o cliente entrar no seu chat e perguntar como compra o produto e receber uma mensagem “desculpe. não entendi a mensagem”, ele precisa receber “oi (nome) tudo bem? Você quer comprar o nosso produto. Que bom, mas me diga qual o motivo? Assim posso ajudar você na escolha”. Exatamente o que um vendedor atencioso faria em uma loja. Netflix é, para mim, o grande case de humanizar marca nas Redes Sociais.

Pessoas tem valores. Marcas idem!

Quando se humaniza a marca, criando a conexão do Human to Human, É preciso que os valores sejam compatíveis. Já ouviu falar de propósito de marca? Se não ouviu, por favor, volte algumas casas no seu jogo da vida profissional e vá entender isso, pois não se pode, de maneira alguma, pensar em humanizar a marca sem ter um propósito claro, e sem isso em mente, o seu Human to Human será apenas um conceito bacana para falar em reunião e parecer inteligente. Na prática, nada mudará!

A conexão forte só ocorre quando valores batem. Eu sempre uso o relacionamento amoroso como exemplo, pois marcas precisam fazer o consumidor se apaixonar. Aqueles relacionamentos curtos, os chamados “uma noite e nada mais” o lado estético das pessoas conta, mas se você quer ter algo mais sério com uma pessoa, os seus valores precisam bater, ou não dará certo. Pense na sua relação e veja se estou dizendo algo errado. Depois, pense na relação que você tem com as suas marcas favoritas. Porque elas são favoritas? Ah, só para lembrar, valores aqui não é o “preço dos produtos” mas sim, o que essa marca promete, na verdade, o que entrega, porque prometer, até político promete. Entregar é outra coisa!

O Human to Human da Transformação Digital

Segundo o portal CIO “o marketing Human to Human vem transformar a estratégia para atender a essa expectativa do consumidor, seja ele final ou um representante empresarial. Mas como saber a expectativa? Existe o pilar central da Transformação Digital para isso, chamasse BigData! É fundamental para uma empresa entrar, com tudo nesse movimento, que não é mais tendência, entender as pessoas, para isso, ferramentas de BigData dão caminhos, mas a inteligência humana é quem dá o direcionamento certo para onde ir.

Human to Human

Em resumo, quer entrar na Transformação Digital, ótimo, entre para valer, afinal, o varejo caminha para isso, mas não pense apenas na tecnologia, pois quem decide a compra são pessoas. Pensem em como a sua marca se tornará mais humana, para falar com seres humanos. Facebook, E-commerce, mobile, Instagram, Email Marketing são formas de chegar aos seres humanos e impactar. Pense que sua marca precisa prometer e cumprir. Do contrário, você será apenas mais um.

Felipe Morais
Felipe Morais
Publicitário, apaixonado por planejamento digital. Começou a carreira, em 2001, atuando como redator publicitário, passando, em 2003 para a área de planejamento digital, onde atua até hoje, sendo reconhecido como um dos grandes nomes do mercado no Brasil.

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