Marcas são, falam e fazem

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Marcas são, falam e fazem

Marcas são, falam e fazem. O que isso significa? Simples: efetivamente as marcas precisam ser quase seres humanos.

Muitas metodologias de branding tentam criar um link entre marcas e pessoas. Muitos gestores fazem um exercício simples: se a marca fosse uma pessoa, qual seria?

Por exemplo. Se a Mercedes-Benz fosse uma marca, qual ela seria?
Talvez o George Clooney, por ser uma celebridade com muito estilo.

Brand Canvas
A Apple poderia ser Freedie Mercury, talento, inovação e muita personalidade.

Essa é a minha percepção, caso eu fizesse o exercício acima, mostrei aqui como é para entendimento de todos.

Construir marca é saber o que está acontecendo no mundo. Esse é um mantra do branding moderno.
Quanto mais se conhece o mundo e as transformações que ele vem sofrendo, mais se fortalece a marca da sua empresa.

Uma das grandes mudanças no varejo é a eterna mudança de comportamento das pessoas, dito isso, fica mais fácil concluir que pensar no propósito da sua empresa passou a ser fundamental, ainda mais em um cenário onde marcas são, falam e fazem.

Propósito não é papo de professor ou autor de livro; muito menos de palestrante ou para deixar uma apresentação ao CEO mais embasada: propósito é dinheiro na mesa!!!

Cada dia que passa, as pessoas se preocupam mais com o que a empresa é e porque existe. Ela precisa se portar como seres humanos certo? Pois bem, se as pessoas buscam um propósito para a sua vida, as marcas precisam fazer o mesmo, afinal, marcas são, falam e fazem, e para isso precisam ser mais humanas!

Humanizar a marca é cada vez mais visto com bons olhos pelos consumidores, incluir o propósito como base disso faz todo o sentido, mas não se esqueça, marcas são, falam e fazem, então, propósito que fica na apresentação nada diz. Propósito é discurso e prática ao mesmo tempo.

Humanizar a marca não é o Ronald McDonalds

Tenha consciência disso. Humanizar a marca é ter uma comunicação mais próximo do consumidor, não é responder o Twitter com algo formal, mas sim com uma conversa. Como as pessoas conversam entre elas?

Pessoas são felizes, certo? A Coca-Cola se apropriou disso. Marcas são, falam e fazem.
Coca-Cola é uma marca que vai além do produto, conta isso para seus faças e faz a diferença.
Discurso e prática andam juntos e não em paralelo como muitas empresas mostram isso.

Google quer organizar o mundo; Facebook quer aproximar o mundo.
Temos aqui dois propósito de marcas que ajudam a humanizar essas empresas.

Coca Cola Campanha magia

Elas cumprem o que prometem? 

Com certeza.
O discurso e a prática estão juntas? Sim!

Mais uma vez, estamos diante de marcas são, falam e fazem.
Propósito guiam as empresas dentro e fora, gestores fazem do discurso uma prática diária.

Jaime Troiano diz que “marcas sem propósito, são marcas sem alma”. Você concorda com isso?

Eu sim, e muito! Explico o porquê.

Estamos falando nesse artigo que marcas são, falam e fazem, e remetemos a humanização da marca para isso, certo? Pois bem, o propósito da marca precisa ser o pilar para essa humanização. Entende onde entra a alma?

T

Se aproprie de territórios

Marcas precisam dominar áreas que ajudem a engajar seus consumidores:

  • Coca-Cola se apropriou do território da felicidade
  • A Audi da velocidade
  • O Instagram de fotos em aplicativo
  • Na Aposta1 nos apropriamos do desafio

Marcas são, falam e fazem, portanto, devem se apropriar de territórios que os concorrentes não estão, mas além de falar “no território tal, somos nós” é preciso ser, é preciso falar e preciso fazer. É a diferença que as marcas fazem na mente e no coração das pessoas.

Acima falei de marcas com alma, aqui vemos uma nova visão do porque ter essa alma. Sem isso, sem um DNA único, marcas serão sempre iguais e quando digo que marcas são, falam e fazem, não significa que deve ser falado mais do mesmo, afinal, mais do mesmo não impacta ninguém.

Stand Up Comedy está na moda há alguns anos. Os artistas de renome nesse cenário estão com enorme sucesso em diversas plataformas.

Se o Rafael Portugal contar as mesmas piadas do Nando Viana; se o Fábio Rabin ter as mesmas tiradas que o Renato Albani. Como eles vão de diferenciar? Por isso eles precisam achar a sua linha criativa, não é fácil, é preciso muito estudo, pesquisa com público erros e acertos até achar a sua essência.

Rafael Portugal

Eles conseguem chegar nessa essência, pilar principal para chegar ao DNA; assim como os seres humanos, que temos um DNA único as marcas são, falam e fazem, logo cada uma precisa ter esse DNA único.

Voltando ao exemplo dos comediantes, no geral, todos são engraçados para seus públicos, pessoas de muito sucesso e que arrastam multidões para seus shows porque eles tem uma linha única de ser!

Eles tem alma, ele dão risada, eles choram, eles falam sério e eles brincam, tudo ao seu tempo, tudo estrategicamente pensado para atrair e fidelizar o público. Se a pergunta que fica na sua cabeça se eles são marcas? A resposta é sim! Rafael Portugal, Rodrigo Marques, Nando Viana, Fábio Rabin, Renato Albani, Afonso Padilha, Danilo Gentili, Sil Esteves – apenas para ficar nos exemplos dos meus favoritos- são marcas, e ganham dinheiro ajudando outras marcas a crescer no mercado.

Produtos são commodities, marcas são diferenciais. 

Eu falo isso em todas as empresas das quais a FM CONSULTORIA tem a honra de ajudar a construir a marca, das quais, as que tem personalidade mais forte sai na frente. Citei aqui nosso mais novo projeto, a Aposta1, por exemplo.

Tecnicamente falando, e isso é comprovado por reviews de pessoas especializadas em tecnologia, os produtos da Samsung são melhores que os da Apple. Pasmem, mas é uma realidade.

A pergunta que fica é: qual marca é mais desejada? Steve Jobs foi o rosto da Apple por anos, a marca aderiu o seu DNA inovador, mas a Apple não é apenas Jobs, certo?

Stevejobs

Qual o rosto da Samsung? Qual o apelo de marca? A Samsung, ao meu ver, tem uma estratégia muito mais focada em produto do que marca, o que não está errado, apenas escolhas estratégicas, a Apple prefere marca.

Qual está certa? A marca Apple vale 6x mais que a marca Samsung, porém os coreanos faturam 3x mais que a poderosa maçã. Tira suas conclusões.

Se diferencie

Tenha seu próprio território de atuação no cérebro e no coração das pessoas. Brigar onde há territórios dominados é preciso de muito investimento e nem sempre os recursos são finitos. Quantas marcas batem de frente com o McDonalds no território de fast-food?

Seja uma referência para o mercado, indo para um caminho que nenhuma outra tem coragem de ir. No futebol, os jogadores que mais se destacam são aqueles que tentam o algo a mais. No mundo das marcas, isso é a mesma coisa, nem sempre inovar vai dar certo, mas ficar parado esperando as coisas acontecerem não é dos melhores movimentos de uma empresa.

Marcas são, falam e fazem

Se preocupe com o que a sua marca vai passar a frente. Quando dissemos que as marcas são, falam e fazem, não estamos falando de um post de Instagram, mas sim de atitudes de marca, de passar ao consumidor um DNA único. Marcas precisam se diferenciar, como dito acima, produto é commoditiy, marcas não.

Tenha propriedade do que fala e faz, ninguém se fideliza ao que é igual aos outros, se até a BIC consegue se diferenciar vendendo canetas, lâminas e isqueiros, por que a sua empresa não consegue?

  • Diferença se faz em todos os momentos, interna e externamente
  • Copiar a concorrência é um tiro no pé
  • Esperar o que a concorrência faz, é um passo para ser mais do mesmo
  • Tenha um tom de voz que tenha aderência ao DNA da marca
  • Marcas são, falam e fazem
  • Esse é um desenho que você precisa pensar da sua marca como um todo.
  • Não se cria propósitos dentro da sala

Marcas são

  • Ouça o que as pessoas mais importante querem: consumidor
  • Relevância para o marketing e agência nem sempre é para o consumidor
  • Marcas que vencem, mudam o jogo
  • Propósito é coerente e consistente, e isso vai além da frase bonita na parede
  • Marcas falam
  • Conte boas histórias
  • O cérebro humano ama uma boa história
  • Storytelling sempre esteve am alta
  • Mídia é a plataforma para boas histórias serem contadas, não são a história
  • Valorize as pessoas dentro da marca
  • Histórias são únicas
  • Tenha coragem para executar ideias, nem todas vão dar certo

Marcas fazem

  • Se preocupe com o ecossistema da empresa
  • Sustentabilidade é pensar no em torno da empresa
  • Território diferenciado e próprio
  • São referencia para o mercado
  • Padronizada que foge de clichês
  • Criam códigos próprios
  • Despertam paixão
  • Criam conexões poderosas com as pessoas
  • Entendem regras, depois as quebram

Marcas falam

  • Sem nunca copiar a concorrência
  • Propósito coerente e consistente
  • Comunicam-se sempre com seu público
  • Storytelling que envolve e conquista
  • Histórias de sucesso para engajar público
  • Criam relevância de seus produtos na vida das pessoas
  • Respondem diariamente ao questionamento: por que comprar dessa marca?
  • Estão atentas as tendências e passam isso na comunicação, produtos e serviços
  • Não lacram, lucram!

O que a sua marca está fazendo hoje?

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Felipe Morais
Felipe Morais
Publicitário, apaixonado por planejamento digital. Começou a carreira, em 2001, atuando como redator publicitário, passando, em 2003 para a área de planejamento digital, onde atua até hoje, sendo reconhecido como um dos grandes nomes do mercado no Brasil.

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